sábado, 16 de junho de 2018

O Nosso Malhão de Águeda na Gala do Desporto Escolar

E para concluír, a nossa participação a finalizar a Gala do Desporto Escolar com uma composição e reinterpretação do Malhão de Águeda. Agradecemos a ajuda do Conservatório e mais particularmente do professor Ricardo Toste que ensaiou os alunos do Ensino Articulado de Música (9ºA, D, E), da professora Rosa Irene Noronha que roubou tempo ao tempo para nos acolher na sua outra casa que é o Cancioneiro e vir "mandar" os bailarinos no dia da gala.
Um agradecimento especial à professora Susana que aceitou o grande desafio e teve a paciência de nos ensaiar para esta parte da aventura do projeto "Património de Trazer por Casa".
Os alunos estão de parabéns pela sua atuação e pela sua dedicação. Não foi fácil ir para o palco, porque a exposição não é coisa pouca, mas foi desafiante.
Foi bom atuar em casa, foi bom fazê-lo no Centro Cultural de Arte, cujo objetivo é divulgar a Arte.
A reação do público foi calorosa ou não estívessemos nos em Águeda!





sexta-feira, 8 de junho de 2018

Património Emocional: O Carro de Madeira

O que ressalta da infância da Tatiana é a felicidade. Receber um património composto de felicidade é um legado inestimável, que se deve estimar e acarinhar para toda a vida...e talvez resgatar em momentos menos felizes como um lugar aconchegante.

Desenho a lápis de cor e colagem (realizado na aula de E.V)


   A minha infância traz-me imensas memórias. Momentos de brincadeira, rizadas, choro, tudo. 
Ter a memória dos tempos antigos ou das pessoas mais importantes para nós é um motivo para nunca nos esquecermos do que passámos e nos deixa alegres.
  O meu objeto escolhido foi um carro de madeira daqueles muito antigos. Escolhi este objeto pelo facto de me lembrar o meu querido avô materno.
   Desde pequena, sempre vivi com o meu avô, esteve sempre ao meu lado. É como um pai para mim, nunca me deixou. Compreendia-me, e sobretudo dava-me conselhos para a vida. Quando o tinha por perto nunca tinha momentos de tristeza. Andávamos sempre felizes, sempre a rir.
   Ao olhar para aquele carro, lembro-me de irmos para o parque ao lado da casa e brincar. Fazíamos corridas. São brinacadeiras que me vão deixar sempre a imagem do meu avô.
   Esse carro encontra-se sempre no mesmo sítio onde o meu avô o guardava. Ainda está na sala, naquela estante ao pé da televisão.
Trato do carro com muito amor, pelo afeto que tinha ao meu avô.
   Concluindo: as memórias são sempre boas recordações que nos fazem reviver momentos felizes.

Tatiana Martins Fernandes (9ºD)

quarta-feira, 6 de junho de 2018

Património Emocional, O Carrinho de Rally

Mais uma história do Património de Trazer por casa. Desta vez é a Magui que nos conta a importância deste carrinho.

Desenho a lápiz de cor, executado na aula de E.V
Colagem de contextualização, realizado nas aulas de E.V

   Todos os anos nas férias de verão ia para uma casa de férias a dez minutos da praia do moledo.
   Era uma casa grande com três andares onde eu, a minha irmã, a minha mãe, o meu pai, os meus avós, os meus tios e os meus primos ficávamos. Eu, a minha irmã e os meu pais ficávamos no sótão onde estava montada uma pista á frente da mesa onde a minha irmã usava o computador. Normalmente, devido à minha tenra idade, não podia brincar com a pista porque era algo a que o meu pai dava muito valor e tinha medo que eu estragasse os carros já que eles eram muito frágeis. 
   Enquanto ia crescendo ia tendo mais permissão para utilizá-los, mas realmente, mesmo sem querer, danificava alguns carros principalmente as asas traseiras, mas havia um que era mais resistente e não se estragava uma vez que não tinha a forma dos carros de fórmula 1 e sim de rali. Era vermelho e robusto e tornou-se o meu carrinho preferido. 
  A partir daí protegi-o e valorizei-o tal como o meu pai fazia.

Margarida Barbeito, do 9ºD (escrito nas aulas de Português)


Património Emocional, A Anilha

   O património também pode ser algo pessoal e emocional que queremos perpetuar nas nossas memórias, que nos lembra pessoas e situações. A Inês Geraldo do 9ºD passou-nos a história desta anilha que pertenceu ao seu avô. Partilhou connosco um pouco da sua história familiar.

Desenho a lápiz da anilha do avô, realizada nas aulas de E:V


Colagem realizada nas aulas de E.V. Contextualização que conta mais que uma história



Uma anilha, uma simples, apenas um pedaço de metal fundido. Como é que este objeto pode transportar tantas memórias e tanta emoção?
   Aquele pequeno, mas nem por isso menos importante objeto, transporta-me até ao passado como se fosse um portal do tempo. Lembra-me daquelas tardes ternurentas Passadas na casa da minha avó materna. Uma casa cheia de objetos antigos, cada um diferente e cada um com significado. Tardes essas, sempre passadas a brincar no piano, a dormir a sesta, a comer as iguarias da minha avó e até ir à loja dos ovos moles ao lado da casa.
   Lembro-me também das brincadeiras de infância como o meu irmão ou as inúmeras conversas de família contando histórias e peripécias do passado.
  Aquele objeto era que passou de mão em mão era do meu avô, um homem doce e brincalhão.
Ele foi chefe dos escuteiros e aquela era a sua anilha. Remete-me para os meus acampamentos recheados de histórias por contar...como quando eu me perdi, apenas com seis anos, quando fomos apanhar gambuzinos ou quando fomos perseguidos por um javali. Lembra-me também das minhas promessas todas feitas com esta anilha.
   Apenas um objetomas milhões de emoções.

Texto de Inês Geraldo, do 9ºD (escrito nas aulas de Português)

sábado, 2 de junho de 2018

Património Gastronómico de Águeda

A Confraria dos Sabores do Botareu de Águeda e a Confraria da Lampantana de Mortágua, vireram à escola e fizeram o que chamam um mini cápitulo.
Vieram divulgar o património gastronómico e mais precisamente a lampantana (carne de ovelha cozinhada no forno em caçoila de barro). 
Foi um momento agradável e muito saboroso de convívio e aprendizagens com os professores de Erasmus vindos da Polónia, Eslováquia, Itália e Lituânia) que estavam de passagem na nossa escola para os seus trabalhos no projeto sobre alimentação saudável.
O projeto continua a ser de Património de Trazer por Casa pois foi dinamizado pelas professoras da casa (Glória Trindade, Fernanda Pascoal e Isabel Viegas) para divulgar a nossa gastronomia além fronteiras, com ajuda da professora Cristina Canas que também faz parte da Confraria dos Sabores do Botareu.
As confrarias apresentaram a Lampantana e as suas origens e falaram dos propósitos das Confrarias na preservação do património gastronómico. Também se cozinhou ao vivo o arroz doce e a barriga de freira. À sobremesa também foram servidos os famosos pasteis de Águeda e fuzis.




A Glória, a Fernanda e a Isabel (anfitriãs do projeto Erasmus)









Grande agitação na cantina a cozinhar, explicar e falar em várias línguas.

Lampantana de Mortágua em caçoila de barro vermelho

Lampantana de Águeda em cacoila de barro preto

Barriga de Freira elaborada na cantina